Oficinas Culturais

Ballet

O ballet traz como benefícios associados a consciência corporal e melhoria da postura, da qualidade de vida e da auto-estima.

Esta atividade educacional favorece também o desenvolvimento da cidadania e o resgate do jovem da comunidade que, através do contato com a arte, pode experimentar processos de mudança.

Yoga

Método de educação física e mental, a Hatha Yoga possibilita a seu praticante desenvolver disciplina, autocontrole, resistência, coordenação motora, força muscular, concentração, capacidade cardio-respiratória e serenidade.

Ginástica voltada à preservação da saúde e paz interior via relaxamento, meditação e exercício de posturas – asanas.

A oficina de Hatha Yoga e Meditação no Museu da Maré é resultado da parceria com o Centro Cultural da UERJ (COART) e CEADS, parte do projeto de revitalização e recuperação ambiental do Canal do Fundão e seu entorno.

Dança de Salão

Trabalhando com diversos estilos da dança de salão - como o bolero, forró e o samba - a modalidade visa ensinar as várias técnicas do movimento em dupla e de forma bem descontraída.

A prática da dança de salão contribui também para elevar a auto-estima e conscientizar o aluno - tanto o jovem quanto o de 3ª idade - para a importância de uma melhor qualidade de vida.

Dança Afro

Programa de valorização da arte e da cultura afro-brasileira proporcionando um espaço de convivência, identidade local e autoestima, partindo da pesquisa em grupo e explorando a discussão sobre valores. Os temas abordados ao longo da oficina são: ancestralidade e memória, identidade e corporeidade, ritmos e variações e danças tradicionais e religiosas. A Dança Afro é uma dança espontânea que exige o trabalho com técnicas ligadas aos gestuais afros, ora lentos, ora rápidos. Tem como objetivo também o trabalho com a corporeidade inerente às danças tradicionais brasileiras, movimentos corporais e danças religiosas, incluindo o contemporâneo.

Eliete Miranda é formada em dança pela Universidade Federal da Bahia, atriz e dançarina do Bando de Teatro Olodum e ex-coordenadora da banda feminina Didá. No Rio, fez curso de psicomotricidade no Centro de Desenvolvimento do Homem. É empreendedora na Incubadora Afro-brasileira do Rio de Janeiro onde fez curso de design e inovação promovido em parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente é coordenadora do grupo cultural CORPAFRO.

Dança do Ventre

O curso compreende aulas teóricas de História da Dança Árabe, clássica e folclórica: surgimento, desenvolvimento e atualidades, bem como aulas práticas contendo: alongamento específico; postura; passos específicos; sequências de movimentos; montagens de shows e apresentações.

Tereza de Oliveira é Graduada em História da Arte e Pós-graduada em Metodologia do Ensino Superior pela Univ.Gama Filho. Em 1996 deu início aos estudos direcionados à Dança Oriental (Dança do Ventre e Folclore Árabe) na Escola de Dança Camarim Niterói/RJ. Continuou sua trajetória com aulas particulares com a Mestra Salomé Hanan – RJ, que passou a orientar seus estudos por vários anos. Tereza já participou de diversos workshops com mestres internacionais e atualmente é professora de dança do ventre, organizando workshops e apresentações.

Percurssão e Fábrica de Instrumentos Musicais 

O aluno terá a sua iniciação num setor denominado Artesanato Musical, por meio da transmissão de técnicas utilizadas na fabricação de instrumentos musicais de variados tipos e origens (inclusive de cordas). As técnicas citadas se caracterizam também pela utilização de materiais alternativos que normalmente são utilizados na indústria musical convencional, materiais estes, em muitos casos, reciclados do lixo industrial. No programa, além de conteúdos específicos ligados ao artesanato musical em si (noções acústica aplicada, organologia, musicalização, marcenaria, serralheria, etc.) constará também de outros conteúdos transversais correlatos, ligados à definição de uma visão de mundo, do meio ambiente, da sociedade e de cidadania.

Antonio Espírito Santo é músico e arte-educador tendo iniciado o projeto musikfabrik em 1995 e desde esta data desenvolve o projeto que compreende iniciação musical, percussão e confecção de instrumentos.

Consciência Corporal

Tomando consciência do próprio corpo, de seus limites e possibilidades, o indivíduo pode estar mais consciente de seu universo físico, psíquico e emocional.

O trabalho de consciência corporal, através da dança, massagens e técnicas corporais específicas, proporciona condições para esse reconhecimento pessoal global.

Segundo a professora Dayana Lima, os exercícios propostos em aula solicitam aos alunos a experimentação dos movimentos do corpo na sua globalidade, ou seja, a integração das estruturas anatômicas, fisiológicas e biomecânicas. Esta integração proporciona a execução de movimentos com maior amplitude, melhorando a respiração, o equilíbrio do tônus muscular e permitindo uma reestruturação da postura corporal.

Entre os efeitos positivos para a saúde com a prática desses exercícios, estão: a maior sensação de conforto corporal, aumento da capacidade circulatória, respiratória e a ampliação da capacidade de movimento, além da superação de dores localizadas e alívio de tensões musculares.

Os objetivos dos exercícios é despertar no aluno um olhar crítico e investigativo sobre o próprio corpo; a prevenção de problemas musculares e ósseos, o reconhecimento das incorreções e práticas para correção postural, respiratória e muscular, além da prevenção de lesões.

A oficina de Consciência Corporal no Museu da Maré é resultado da parceria com o Centro Cultural da UERJ (COART) e o CEADS, parte do projeto de revitalização e recuperação ambiental do Canal do Fundão e seu entorno.

Aulas gratuitas, ministradas no local pela professora Dayana Lima da Silva.

Dias: terças-feiras, 09:00 às 11:00h

Público alvo: Jovens a partir de 16 anos, adultos e Terceira idade.

Artesanato em Papel

Nos centros urbanos, matérias- primas naturais como barro e madeira são normalmente encontradas em pequenas quantidades. Já o papel como produto é abundante e altamente reciclável. Esse foi fator determinante para escolhermos as várias técnicas em papel como base de nosso trabalho (papel machê, papietagem, arte em jornal e em revista). Com essas diversas Técnicas em Papel, os alunos aprenderão como fazer uma peça usando não somente o papel, mas também o reaproveitamento de diversos tipos de embalagens como base para a confecção de peças utilitárias, decorativas e até mesmo educativas. O objetivo principal do curso é que estes produtos possam se viabilizar economicamente e em larga escala pelo aluno, capacitando-o a deles gerar uma fonte de renda alternativa, ou até mesmo principal.

Isabelle Pacheco é artesã, artista plástica e arte-educadora, com larga experiência na produção de peças de Papel Machê e na reciclagem de sucatas, além de ministrar cursos dessas atividades em seu ateliê.

Arte em Tecido

Nesta oficina são ensinadas técnicas do trabalho com retalhos de pano, reaproveitados, cedidos por confecções, além da utilização de outros materiais como: contas, lantejoulas, rendas, passamarias, fitas, bordados, enfim qualquer material que possa ser reaproveitado e utilizado para enfeitar os trabalhos em pano. A oficina está dividida em duas etapas: Ensinamento básico:- Fuxicos, vazios, cheiros, em diversos formatos (flor, borboleta, girassol etc.) compondo trabalhos pequenos, feitos individualmente como capas de almofadas, bolsas, moedeiras, móbiles, enfeites para cortinas, bolsas, customização de roupas, sandálias, sapatos, ou trabalhos maiores, como colchas que podem ser feitas em grupo. Ensinamento médio: Patchwork – trabalhos com retalhos e recortes que podem começar pelos mais simples, variando o grau de dificuldade até se atingir os mais complexos, exigindo confecção mais aprimorada e cálculos mais precisos na medição e recortes. São confeccionados: bijuterias, bolsas, capas de almofadas, toalhas para mesa, aventais, pano de prato ou de copa, bichinhos de pelúcia em patchwork, kits para bebês, para berço, colchas, mantas, sapatinhos, tapetes, enfim toda uma gama de trabalhos para decoração e utilitários para o lar. As técnicas utilizadas são variadas: falso chenile, colagem de pano sobre pano, recortes, costuras etc. O artesanato em pano pode ser feito à máquina ou à mão, favorecendo as pessoas de baixa renda que não possuam máquina de costura, num trabalho artesanal. Esta oficina possibilita um aditivo na renda familiar principalmente para mulheres que cuidam do lar e estão impossibilitadas de empregos fora de sua residência. 

Beth Jorge é educadora e arte educadora, formada em Artes Visuais pela UERJ. Desenvolve trabalhos em cerâmica, papel e tecido. Atua como integrante do projeto Cerâmica Viva que acontece no Ateliê de Cerâmica da UERJ e como assistente de criação / figurino, no carnaval do Rio.

O que é necessário para fazer a inscrição?
2 fotos 3x4; Documento de Identificação (Original e Xérox) e Comprovante de Residência (Original e Xérox).

- As oficinas são gratuitas.